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Opinião

Web Summit Gourmet

Imaginem que estão num restaurante francês. Daqueles caros onde só se levam as namoradas com quem se quer casar. Desses mesmo. Sem menu executivo e muitas estrelas francesas na lapela.

Com um cardápio que põe a tecnologia ao nível da alta cozinha, com pratos e "chefs" para todos os gostos, o Web Summit vem transformar (de novo) o Parque das Nações em Lisboa, na maior cuisine mundial da inovação.

Na lista, amouse bouches únicos, entradas divinas, néctares do paraíso, piéces de resistence ao nível de princesas gregas e a ambrósia dos deuses à sobremesa.

Isto em código? Fácil: cabecalho, corpo e rodapé. Nunca há função sem derivada. De 4 a 7 de novembro Lisboa vai receber la créme de la créme, da tecnologia gourmet.

A começar, gentileza do chef: Melanie Perkins, CEO do Canva, a aplicação que tornou o design gráfico acessível a todos e transformou para sempre uma profissão antiga.

Pode ser só uma entrada, mas nada como o amor para abrir o apetite, Elie Seidman, o CEO do Tinder vem explicar porque é muito errado encharcares-te em álcool para conhecer a tua alma gémea numa sexta à noite. Better swipe right.

Prato principal, ninguém me vai levar a mal por dizer assim, seja Brad Smith, o Presidente da Microsoft, provavelmente o "ministro dos negócios estrangeiros" mais poderoso do mundo.

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Para pagar a conta depois da sobremesa, Nikolay Storonsky o fundador do Revolut, criador da aplicação que deixou a banca europeia tradicional de cabelos em pé e de calças na mão, mas que agora a empurra para uma das indústrias mais inovadoras do mundo. Há "males" que vêm por bem. Que o digam Novo Banco, BPI, Millennium, BBVA ou Santander.

Ainda com fome? Não falei da sobremesa? É que não cabe tudo aqui e até novembro há muito mais.

Especialista em Media Intelligence

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