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Lídia Pereira

Inimputáveis

Todos nos lembramos do processo das golas antifumo; do roubo de armas dos paióis de Tancos; da transferência direta de Mário Centeno do Ministério das Finanças para o Banco de Portugal; dos computadores que ainda não chegaram aos alunos durante a pandemia (um ano e meio depois da propaganda!); de um acidente que (alegadamente) resultou da velocidade a que circulava o carro de um ministro do Governo; da polémica em torno do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras com a morte de um cidadão ucraniano às mãos do Estado português; do "método" de seleção do procurador Guerra para procurador europeu; ou até, mais recentemente, da trapalhada em que o primeiro-ministro e o ministro da Defesa se envolveram com a Presidência da República por causa da nomeação do chefe de Estado-Maior da Armada.

Lídia Pereira

Acabar com os ricos ou enriquecer os pobres?

Esta semana, em Nova Iorque, o Metropolitan Museum of Art voltou às luzes da ribalta com o seu famoso e exclusivo evento Met Gala. Várias celebridades americanas e internacionais, entre músicos, atores e políticos desfilaram glamour, presença e influência na passadeira vermelha. O objetivo, esse, foi, como sempre, angariação de fundos. Estes momentos são, por norma, de grande frenesim mediático, não só pelas personalidades que participam, mas também pelos outfits, pelos designers e sobretudo pelas mensagens que se veiculam por via da moda.