Bancada JN

De nada

Resolvamos isto em três penadas. Redução de clubes na 1.ª Liga? Claro que sim, e drástica. 12. Duas rondas de 24 jornadas, casa e fora - e depois os seis primeiros disputam uma terceira ronda em campo neutro onde acumulam com os pontos que trazem da jornada 24, e os seis últimos idem aspas.

Total: 29 jornadas e muito mais emoção. Menos cinco do que a atual pasmaceira. Todos os anos descem três e sobem três. Ou seja, 25% dos participantes da Liga principal vão à vida se não forem competitivos. Cinco jogos a menos a ver se a Taça da Liga ganha dignidade e se os primodivisionários começam a participar na Taça de Portugal a tempo de ela ser o que já foi: Taça. Calhou ao Benfica jogar num pelado contra o Desportivo de Mafamude? Sejam homenzinhos e façam-se à vida.

Tecnologia da "linha de baliza"? Claro. VAR? Não caem os parentes na lama se assumirmos, com coragem até, que foi um erro crasso de lesa-futebol. Adeus aos golos anulados porque o avançado não faz depilação brasileira, adeus quebras de protocolo, adeus decisões - e sobretudo não decisões - incompreensíveis na Cidade do Futebol.

Um treinador é expulso três vezes na mesma época? Irradiado até ao final da mesma. Um presidente aparece de surpresa na sala de imprensa e não permite perguntas? Isto não é a Líbia. Proibido de falar até final do ano exceto nas assembleias do respetivo clube (pouco provável que as faça ou frequente, se não gosta que lhe coloquem questões). Há polémica com um jogador ou dirigente ou agente afeto ao jogo? Decisões judiciais em um mês, máximo, incluindo recurso.

Já agora, seguir o exemplo dos estados democráticos e impor um limite de dois mandatos aos dirigentes máximos dos clubes.

+ O genial Amorim e um título justíssimo.

- Artur Soares Dias, todo um histórico.

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Adepto do Benfica

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