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Opinião

#fardas

Há uma altura da vida em que muitos rapazes têm o fascínio da guerra, das armas e das fardas.

Eu próprio passei horas da minha adolescência a ver a magnífica peça cinematográfica "Comando", entre outras obras-primas, fascinado com os braços decepados, as explosões e as armas manejadas por Arnold Schwarzenegger, que sozinho chacinava um exército inteiro. Mais tarde, comecei a disparar tiros virtuais a jogar Counter-Strike em horas infindáveis ligado à Internet em casa ou em cibercafés. Mas depois passou-me. Cresci. Olhando para muito do que se diz por aí nestes dias, aparentemente, o nosso país ainda se encontra na adolescência, tal é a bajulação sem fim ao vice-almirante Gouveia e Melo, um militar que merece crédito pelo bom trabalho, mas que não consta que tenha voltado a conseguir o milagre de transformar água em vinho.

*Jornalista

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