Opinião

Citações e excitações da nossa capital

Citações e excitações da nossa capital

Não posso estar mais de acordo com o que escreveu ontem a Luísa Salgueiro. Portugal é campeão europeu com António Costa e mundial com António Guterres.

Eu próprio já tinha escrito isso nas entrelinhas de uma crónica que a própria Luísa deve ter lido. Já defender que é melhor deixar os treinadores de bancada a falar sozinhos, é a Luísa a acompanhar a Mariana Mortágua e o Domingos Andrade (que não cito aqui por ser quem é!), que num dos últimos anos também escreveram que não podíamos deixar ninguém sozinho para trás. E onde estão as bancadas, pergunto eu?

A única bancada que conheço e reconheço é aquela onde se sentam e escrevem o Victor Espadinha, o Pedro Marques Lopes, o Luís Filipe Borges e o Pedro Morgado. Com a devida vénia (que é sempre uma prova de vida...) à Inês Cardoso, nossa ilustre Diretora (mas que não cito nessa sua boa qualidade, claro!), o que podemos pensar do que aqui escreveu Carlos Guimarães sobre pagar favores com o dinheiro dos contribuintes ao lado da Mariana, que pergunta se é depois das moratórias?

Quando vejo um liberal como o Carlos a alinhar com o pensamento de uma bloquista como a Mariana, também eu digo "duas cabeças, uma sentença", como muito bem escreveu o Vítor Santos. Que logo a seguir concorda comigo dizendo que uma e outra coisa estão interligadas, e cito de cabeça.

Mas podia ser pior, como entende a Joana Marques (por acaso, também portista como eu, mas não a cito por essa boa qualidade!), que reconhece como eu próprio já reconheci e fui seguido nesse reconhecimento pelo menos pelo José Diogo, pelo Nuno Botelho e por vários Miguéis, a saber, Miguel Guedes, Miguel Pinto Luz, Miguel Poiares Maduro e Miguel Conde Coutinho (e não os cito só porque Miguel rima com Manuel!).

Reparo agora e reconheço o meu erro (que eu sou muito bom a reconhecer que reconheço), que ainda não referi o que reconhece a Joana Marques em linha connosco. Cito-a agora com aspas: "passamos o último ano e meio a tentar ver o copo meio cheio carregado de coisas boas".

Um copo carregado, mas só meio cheio? A Joana está a precisar de voltar para a escola para estudar esta matemática dos copos meio cheios ou então passar o próximo ano e meio numa biblioteca a saber o que os filósofos, matemáticos e outros pensadores escreveram sobre copos meio cheios e carregados de coisas boas em tempo de pandemia.

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Sempre citados e muito excitados na capital, eles é que a sabem toda.

*Empresário

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