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Paulo Mota Pinto

Escolha decisiva

A campanha eleitoral deixou clara a alternativa com que os portugueses estão confrontados no próximo dia 6: a continuação da "geringonça" com políticas de distribuição e não de crescimento, ocupação do aparelho de Estado e crescente degradação dos serviços públicos, por um lado; ou uma proposta política seriamente dirigida para o crescimento económico e, logo, para melhores salários e melhores empregos, bem como para a recuperação da qualidade dos serviços públicos, e para a preservação da seriedade e ética na política, por outro lado.

Paulo Mota Pinto

Uma vitória para a Europa. E Portugal?

A eleição da nova presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, merece ser saudada como uma vitória para a União Europeia: no plano institucional, permitiu ultrapassar mediante negociação um ameaçador impasse, e mostrou que as instituições e os métodos de formação de vontade política europeus funcionam; no plano político, foi uma reafirmação dos melhores valores europeus, tais como moderação e defesa do Estado de direito e das liberdades.

Paulo Mota Pinto

Aumentar o número e os salários dos funcionários públicos

O primeiro-ministro anunciou que pretende na próxima legislatura aumentar o número e os salários de funcionários públicos. A esta proposta não é estranha, além da aproximação das eleições, a tentativa de responder ao mau funcionamento de serviços públicos que tem sido patente nos últimos anos, devido ao estrangulamento financeiro dos serviços e à redução das horas de trabalho semanal na função pública (em comparação com o setor privado).

Paulo Mota Pinto

O medo da greve livre

Alguns dos protestos que Portugal tem vivido nos últimos meses deram origem a curiosas críticas feitas por parte de analistas e de políticos, maioritariamente situados à Esquerda. Diz-se que se trata de movimentos e de protestos ditos "inorgânicos". Quer com isso dizer-se que não são controlados politicamente, ou por nenhuma central sindical - isto é, são independentes e não sob obediência de nenhuma motivação política ou ideológica. Limitam-se a pretender defender os interesses dos trabalhadores em causa.