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Pedro Araújo

Igualdade só no discurso

Caros portugueses e portuguesas, hoje é o Dia Internacional da Mulher. Não sei se o leitor reparou, mas a forma de me dirigir a si contém um pequeno artifício: ao diferenciar o género, opção muito em voga no plano partidário e, por vezes, sindical, o autor deste tipo de discurso parece piscar o olho ao público feminino. Imagine se o presidente da CGD ou de outro banco qualquer apresentasse as contas anuais da instituição e começasse por se dirigir a todos e a todas os/as acionistas e clientes. Cairia no ridículo.