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Paternidade

"Baby boom" entre futebolistas para além das quatro linhas

"Baby boom" entre futebolistas para além das quatro linhas

Em tempo de pandemia, craques vão contribuindo para aumento da natalidade.

Muitos dizem que os filhos são "os melhores golos" e a verdade é que são muitos os futebolistas que foram pais, logo após o desconfinamento, ou que receberam a notícia para se prepararem para receber a cegonha. E, pela amostra, são mais os meninos do que as meninas.

Para uns, a maternidade já não é novidade, mas para outros é mesmo a estreia. A 21 de junho, o internacional português William Carvalho foi pai pela primeira vez de um rapaz, Bryan. O jogador do Betis apresentou o bebé através das redes sociais, mas continua sem revelar a identidade da mãe. Recentemente transferido para o Liverpool, Diogo Jota prepara-se também para receber o primeiro filho (também do sexo masculino), fruto da relação com Rute Cardoso.

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Casado com Ana Pinho, o artilheiro do Manchester United Bruno Fernandes bisou na paternidade, com o nascimento, a 6 de setembro, de Gonçalo, que se junta a Matilde, de três anos.

A caminho do terceiro vai o jogador do Wolves Ruben Neves. Depois de Margarida, de três anos, e Martim, de um, vem agora mais um rapazinho para animar a casa e dar ainda mais trabalho à mãe, Débora Lourenço, que já se vai habituando às traquinices dos mais velhos.

Entre os que dominam a Liga em Portugal, o portista Matheus Uribe foi o último a anunciar que a família vai aumentar. Depois de Esteban, de quase 10 anos, e Antonia, que, em dezembro, fará cinco anos, a mulher, Cindy Garcia, está grávida de mais um menino, que nascerá em março, mês de aniversário do craque colombiano.

A par dos golos em campo, fora das quatro linhas está visto que são muitos os futebolistas que contribuem para o aumento da taxa de natalidade.

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