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Carrilho diz que os filhos correm perigo

Carrilho diz que os filhos correm perigo

Manuel Maria Carrilho não poupa críticas a Bárbara Guimarães. Em declarações ao JN, o antigo ministro da Cultura faz graves acusações à ainda mulher, na sequência da sua ida, na sexta-feira, à casa que partilhava com a estrela da SIC, onde foi impedido uma vez mais, por seguranças, de entrar.

"Ia, naturalmente, tentar ver os meus filhos. Não me foi permitido, fui-me embora", começa por dizer Carrilho.

"Cheguei lá, disse aos gorilas [seguranças], eles disseram que não podia, eu chamei a Polícia, a Polícia disse que eu podia, mas a Bárbara não abriu a porta (...). Pedi que o Dinis viesse 10 minutos às escadas, porque a Carlota já estava a dormir. E de resto tenho testemunhas, que pedi que viessem comigo", acrescentou.

Na sequência da ida à casa, um dos seguranças contratados por Bárbara terá sido agredido e encaminhado para um hospital. Carrilho diz desconhecer qualquer agressão e garante que não vê os filhos, Dinis Maria e Carlota Maria, de 9 e 3 anos, há cerca de duas semanas. "De dia 15 a 18 não os vi porque estava em Paris e desde que regressei ainda não os vi. Desde aí que não os vejo, não tenho contacto com eles, não sei onde andam", desabafa, acrescentando: "Durante dois dias, toda a minha família tentou falar com toda a família dela e com a empregada. Ninguém atendeu um único telefonema".

Sobre a ainda mulher, que o acusa de violência doméstica, o ex-ministro nega tudo. E contra-ataca: "É totalmente falso. Nunca houve violência. A Bárbara alcoolizada chocava com paredes, caiu na minha quinta, numa sebe de cinco metros e cortou-se toda e partiu o telefone. Há muitas autoagressões de uma bêbada. As únicas agressões de que ela se pode queixar são as autoagressões em situações de alcoolismo".

Carrilho assegura que tentou "de tudo" para sensibilizar Bárbara para o problema, mas que esta "rejeita completamente" qualquer tratamento". "Ela acha que aquilo é que é vida, aquilo é que é a alegria da vida, que a casa devia ser garrafas de uma ponta à outra, cheia de gente a entrar e a sair e a porta aberta. Isto é o grau de vida da Bárbara agora". E vai mais longe: "Há um ano que a única coisa em que a Bárbara pensa são os 40 anos. Ela não conseguiu suportar a idade. Foi por um lado a parte da depressão com o álcool e o resto com silicones, botoxs, estrias e 50 comprimidos, para aí, que ela toma por dia, sem controlo médico. Deixou de comer e passou a beber. E é este o resultado".

Em "choque" com este desfecho, o socialista exclui qualquer hipótese de reconciliação. "Isto é uma coisa completamente irreversível e com imensas consequências e eu direi tudo o que tenho a dizer. Tão reservado fui como agora serei locuaz", dispara, considerando que a mãe dos filhos é "certamente" um perigo para eles. "Não digo que a Bárbara seja má mãe. Longe disso. Mas os filhos estão habituados a isto. Os filhos correm para o pai", remata, sem confirmar se vai pedir a custódia dos dois menores.

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