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Concorrentes dos "Big Brother" já sabem da pandemia

Concorrentes dos "Big Brother" já sabem da pandemia

Enquanto em Portugal o "Big Brother" foi adiado por tempo indeterminado, no estrangeiro, o "reality show" mantém-se no ar em países como em Itália, Alemanha, Brasil, Austrália ou Canadá. Isto porque tinham arrancado antes da pandemia.

Numa primeira fase, as produções consideraram desnecessário pôr os participantes a par da atualidade que obriga a quarentena em larga escala, mas não tardaram a contar o que se passa. Na Alemanha onde, tal como em Portugal, se celebra os 20 anos de "Big Brother", os primeiros concorrentes entraram a 6 de fevereiro, mas a 6 de março chegaram novos inquilinos que já sabiam da conjuntura e que foram proibidos de partilhar. Todos souberam a realidade, na passada terça-feira, pela boca de um médico e ainda ouviram mensagens de familiares, que não apresentam sintomas de contágio.

No Canadá, os concorrentes estranharam o silêncio na última gala de expulsão, pois não houve público no estádio, e logo lhes foi explicado tudo sobre o Covid-19.

Concorrentes pensavam em Terceira Guerra Mundial

Também no Brasil o surto já não é segredo. Os concorrentes foram informados na noite de segunda-feira por um jornalista e um médico infectologista, e mostraram-se abalados e assustados com a situação. Tal como o que aconteceu na Alemanha, a produção brasileira garantiu aos participantes que os seus familiares estão bem de saúde e que serão avisados se algo se alterar. O limite diário de consumo de água aumentou e foram entregues frascos de gel desinfetante e álcool.

Após a revelação, os concorrentes confessaram que quando Tiago Leifert começou o discurso, pensaram que o jornalista ia anunciar o início da Terceira Guerra Mundial.

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Emoção e lágrimas ao telefone com a família

Na versão italiana "Grande Fratello", os concorrentes ligaram para a família na passada segunda-feira. A exceção de contacto com o exterior foi concedida pela produção dada a situação crítica que o país atravessa. O novo coronavírus já matou mais de 3400 pessoas em Itália, número que ultrapassa os óbitos da China.

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