Protesto

Famosas juntas na luta contra o racismo

Famosas juntas na luta contra o racismo

Estrelas da música querem justiça no homicídio de George Floyd.

"Todos nós testemunhámos o assassínio em plena luz do dia. Estamos despedaçados e revoltados". A frase é de Beyoncé e aponta a morte do afro-americano George Floyd, de 46 anos, às mãos de um polícia, na semana passada, em Minneapolis, EUA, que fez estalar protestos e motins e mantém a América a ferro e fogo. No Instagram, a cantora e atriz sublinhou: "Chega de ver as pessoas de cor como seres inferiores. Não podemos ignorar. George é da nossa família na humanidade".

Também Billie Eilish partilhou uma mensagem do movimento "Black lives matter", notando que "todas as vidas importam". Mas, "se todas as vidas são importantes, porque é que os negros são assassinados só por serem negros?", escreveu a cantora de "Bury a friend".

"Nojo pelo racismo da América"

Rihanna, por sua vez, assume "raiva e tristeza" por ver o seu "povo ser assassinado e linchado dia após dia". A cantora de "Unapologetic" diz ter deixando de frequentar redes sociais para "evitar ver a agonia" de George - o afro-americano, recorde-se, foi manietado pelo polícia Derek Chauvin, entretanto despedido, preso e acusado de homicídio, que manteve durante nove minutos o seu joelho no pescoço de Floyd, que estava algemado e prostrado no chão a suplicar "não consigo respirar".

Também a atriz Jennifer Aniston lembra que é preciso reconhecer "que o racismo e a brutalidade" acontecem há demasiado tempo na América". A atriz de "Friends" apelou a que todos assinem a petição "Color of chance" para que os outros três agentes envolvidos na morte de Floyd sejam presos. Partilhando a mesma opinião, a top model Gigi Hadid diz-se "enfurecida e enjoada". "Como branca e privilegiada, juro que apoiarei com amor a comunidade negra", jura ainda a cantora Lady Gaga.

Ariana Grande, Halsey, Selena Gomez ou Viola Davis, entre muitas mais, também expressaram o seu "nojo pelo racismo que hoje se vive nos EUA".

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