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Figuras públicas unem-se contra racismo e violência

Figuras públicas unem-se contra racismo e violência

Manifestação de extrema-direita em Lisboa e confrontos em Porto Santo levam Sofia Ribeiro e Jorge Gabriel a apelar ao bom senso nas redes sociais.

A manifestação de nacionalistas em frente da Associação SOS Racismo e as ameaças de grupos neonazis às deputadas Mariana Mortágua, Joacine Katar Moreira e Beatriz Gomes não motivaram apenas uma investigação por parte da Polícia Judiciária, mas também uma reação acesa por parte de algumas figuras públicas do país.

É o caso de Sofia Ribeiro. A atriz da TVI, que está a gravar a nova novela "Amar demais", ao mesmo tempo que gere o café Filosofia, em Lisboa, mostrou-se chocada com a manifestação ao estilo "Klu Klux Klan", no início da semana. "Como é que é possível em pleno século XXI?", começou por questionar a artista. "Como fazer compreender a esta gente que a nossa cor, sexo, estrato social ou religião não nos definem? Mais do que triste e vergonhoso, é assustador", lamentou Sofia Ribeiro nas redes sociais.

O tema da violência também tem marcado os noticiários. Esta sexta-feira foi a vez de Jorge Gabriel se referir aos atos de vandalismo que assolaram a sua ilha preferida de férias, Porto Santo, na Madeira. "Sou absolutamente contra qualquer ato de violência seja ele praticado por energúmenos à solta ou pelas autoridades de segurança", notou o apresentador do programa "Praça da Alegria", da RTP1. "É preocupante por se tratar de jovens, por destruírem o erário público e porque colocam em causa o bom nome das suas famílias".

A finalizar a chamada de atenção nas redes sociais, o comunicador da estação pública deixou um último alerta: "O álcool não é a única razão para estes atos de vandalismo. É a sensação de impunidade que me preocupa. Que vergonha!", concluiu.

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