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"Floribella" regressa 14 anos depois para uma digressão

"Floribella" regressa 14 anos depois para uma digressão

Após ter protagonizado a série infantojuvenil da SIC entre 2006 e 2008, volta com a personagem que a fez saltar para o estrelato. A artista vai dar espetáculos em todo o país.

A menina que acreditava em contos de fadas, falava com árvores e que era "rica em sonhos e pobre em ouro" está de volta, não ao pequeno ecrã, mas aos palcos de todo o país. A partir do próximo ano, Luciana Abreu, 36 anos, a intérprete que deu vida a "Floribella" e saltou para o estrelato, vai percorrer Portugal com espetáculos em que vai cantar, além de outros temas, os sucessos da série infantojuvenil da SIC.

"Vou voltar a ser a "Floribella". Vou vestir as roupas, os ténis e tudo o que faz parte", afirmou a artista à revista "TV Mais". "Estou muito contente por voltar à estrada. Regressar ao nosso trabalho é muito gratificante e dá alento para novos projetos. Vamos esperar que a pandemia não se espalhe mais e que não tenhamos de voltar a confinar", desejou a atriz.

Além dos temas da série infantojuvenil, o novo espetáculo de "Floribella" terá novos arranjos e outras canções que, entretanto, Luciana Abreu lançou a solo. "É um espetáculo para um público dos 8 aos 80 anos", explicou à revista o produtor Fábio Santos.

Já no recente espetáculo ao vivo que a artista deu para a comunidade portuguesa no Luxemburgo, Luciana Abreu voltou a cantar alguns temas de "Floribella".

A "tournée" deve começar já em janeiro de 2022, 14 anos depois de a série ter terminado na SIC, a 1 de fevereiro de 2008.

Produzido, na altura, por Teresa Guilherme para a SIC, "Floribella" foi não só um fenómeno de audiências (chegou a ter 38,1% de "share"), mas de "merchandising", com os fãs a esgotarem os acessórios cor de rosa da personagem. Em junho de 2006, o lançamento do CD com a banda sonora originou uma concentração de fãs que causou o caos numa loja Fnac. Nos anos de exibição na SIC, Luciana dividiu o protagonismo com Susana Mendes, Diogo Amaral e Ricardo Pereira.

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Dezembro atribulado

A artista regressa aos palcos mas, até lá, prepara-se para ter um mês de dezembro muito atribulado na vida pessoal: Luciana Abreu tem várias audiências judiciais marcadas para os próximos dias. Uma delas, a que tem dado mais que falar na Imprensa, diz respeito ao processo de violência doméstica que moveu contra o pai das suas filhas mais novas, o guia turístico Daniel Souza.

Há poucas semanas, em entrevista à revista "Máxima", "Lucy" recordou que chegou a ter um botão de pânico, dado pela Cruz Vermelha. "Só após o julgamento saberei o que lhe acontecerá. O que me interessou nunca foi uma indemnização, mas sim levar a pessoa a perceber que não pode magoar gratuitamente, não pode insultar, não pode usar a força e não pode humilhar", denunciou a artista no Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher.

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