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Harry e Meghan de volta à Europa sem mordomias reais

Harry e Meghan de volta à Europa sem mordomias reais

Depois de ter faltado ao tributo ao falecido avô no Reino Unido, príncipe marcará este sábado presença na abertura dos Invictus Games, em Haia, nos Países Baixos, acompanhado da mulher e com o estatuto de "pessoas muito muito importantes".

É com expectativa que se aguarda este sábado a presença do príncipe Harry e Meghan Markle na cerimónia de abertura dos Invictus Games, em Haia. A viagem aos Países Baixos marca o regresso dos duques de Sussex à Europa, a primeira da ex-atriz desde que, em março de 2020, o casal decidiu desvincular-se da família real britânica e se mudou para os Estados Unidos. Fazem-no sem mordomias reservadas a membros da realeza, não estando assim previsto qualquer encontro com os reis Guilherme e Máxima.

Com o estatuto de VVIP ("pessoas muito muito importantes"), terão direto a segurança máxima. De acordo com o "Daily Mirror", há um "processo de retirada detalhado" pronto a ser ativado em caso de atentado. A polícia nacional dos Países Baixos e do Serviço de Segurança Real e Diplomático foram treinados para fazer face a hostilidades. É tradição que a família real neerlandesa acolha nas suas propriedades os membros das casas reais estrangeiras que visitam o país mas, mas pelo motivo em epígrafe, isso não acontecerá desta vez e o casal ficará num hotel.

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Os Invictus Games são um evento multidesportivo fundado por Harry em 2014 para ex-militares e veteranos, homens e mulheres, feridos em serviço. Haia recebe até dia 22 de abril a edição de 2020, adiada por causa da pandemia, e o príncipe e Meghan far-se-ão rodear de uma equipa de produção, a pretexto da primeira série que vão realizar para a Netflix, com quem assinaram um avultado contrato. Os filhos, Archie, de quase três anos, e Lilibet Diana, de dez meses, ficam em Santa Bárbara, EUA, onde vivem.

A iniciativa está a causar polémica no Reino Unido e a imprensa internacional especula sobre a eventualidade de Harry seguir depois para solo britânico, para visitar a avó, a rainha Isabel II. O príncipe alega não se sentir seguro depois de ter perdido a proteção policial e não ser permitido que pague a agentes do seu próprio bolso. As mesmas fontes garantem que a monarca não anda muito satisfeita pelo neto ter faltado à homenagem ao avó, o príncipe Filipe, o mês passado em Londres. Este domingo faz um ano que morreu, uma data que será marcada pela ausência da viúva na tradicional missa de Páscoa, na Capela de São Jorge, em Windsor - a primeira que Isabel II, de 95 anos, falha em cinco décadas, por motivos de saúde.

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