Realeza

Herdeira ao trono norueguês celebra maioridade

Herdeira ao trono norueguês celebra maioridade

Princesa Ingrid Alexandra chega amanhã aos 18 anos. A pretexto, foram partilhadas novas fotografias oficiais, antes de assumir novas responsabilidades.

A preparar-se para um dia ser rainha, a segunda na história da Noruega, Ingrid Alexandra está hoje de parabéns, atingindo a maioridade que eleva a fasquia rumo ao trono. Com todas as celebrações suspensas por causa da covid-19, a filha mais velha dos príncipes Haakon e Mette-Marit antecipou o aniversário na neve e em família, como testemunham imagens divulgadas.

Através de um vídeo é possível ver a princesa com os pais e o irmão, Sverre Magno, a esquiar, um dos seus desportos de eleição. A acompanhar a publicação, nas redes sociais da Casa Real norueguesa, os seguidores são convidados a juntarem-se ao nobre clã "num dia de sonho ensolarado na montanha". Ingrid é, tal como os progenitores, apaixonada por vários desportos, apreciando também surfar ou praticar kickboxing. E deixou perceber uma faceta aventureira quando se mostrou a bordo de um caça F-16.

Mais séria foi a véspera de atingir a maioridade. Ontem, a princesa esteve no Parlamento norueguês (Storting) para se inteirar do funcionamento da Assembleia Nacional, onde posou ao lado do presidente parlamentar, Masud Gharahkhani. A agenda contemplou ainda a visita ao gabinete do primeiro-ministro e ao Tribunal Supremo.

A efeméride inspirou fotografias oficiais publicadas nas plataformas digitais. Ingrid Alexandra surgiu no próprio escritório, no Palácio de Skaugum, onde vive com os pais. Vestida com um fato preto e blusa branca, e o cabelo solto. Cada vez mais próxima de agarrar novas responsabilidades, a imagem é jovem e o ar sério.

Ingrid Alexandra é a segunda na linha de sucessão ao trono e integra o rol da geração de futuras rainhas da monarquia europeia, a par da princesa Leonor (Espanha), Elizabeth da Bélgica e Catharina Amalia dos Países Baixos. Um direito que conquistou após a abolição da Lei Sálica em 1990 (que advogava um princípio de masculinidade no que sucessões diz respeito), seis séculos depois da rainha Marguerite.

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