"Barriga de aluguer"

Mulher de Garay: "A justiça ainda pode levar a minha filha"

Mulher de Garay: "A justiça ainda pode levar a minha filha"

A mulher de Ezequiel Garay, ex-jogador do Benfica, recorreu a um programa televisivo espanhol para dar visibilidade ao tema da gestação de substituição, um processo que lhe permitiu ser mãe há um ano.

Convidada para debater o tema da gestação de substituição, Tamara Gorro, mulher do ex-jogador do Benfica Ezequiel Garay, não escondeu a sua preocupação relativamente à guarda da filha, que nasceu por intermédio de uma "barriga de aluguer".

A maternidade foi para a apresentadora um sonho que há muito ambicionava. "Queria ser mãe com todas as minhas forças, mas tive de ir ao psicólogo depois de 18 tentativas falhadas", confessou no formato "El Programa de Ana Rosa", exibido no canal espanhol Telecinco. Para ultrapassar essa dificuldade, Tamara e Garay viajaram até aos Estados Unidos, onde encontraram uma mulher californiana disposta a engravidar.

A 11 de outubro de 2015 nasceu Shaila, mas passado pouco mais de um ano, o medo de perder a filha continua presente. "A justiça espanhola ainda pode levar a minha filha", admitiu no programa da manhã do canal espanhol.

Tamara Gorro assegurou que a mulher que deu à luz a sua filha tem "um elevado nível de vida" e que o fez "de uma forma altruísta", mas ainda assim admitiu que houve dinheiro envolvido, levantando a questão dos elevados custos associados a um processo desta natureza. "Tenho a clara noção que sou mãe graças ao meu marido. Se não fosse por ele, não poderia ter suportado os custos", reconheceu.

O país vizinho debate atualmente a legalização da gestação de substituição (também conhecida popularmente por "barriga de aluguer"). Em Portugal a lei foi aprovada no dia 20 de julho deste ano.

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