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Scarlett Johansson criticada por promover refrigerantes israelitas

Scarlett Johansson criticada por promover refrigerantes israelitas

A atriz Scarlett Johansson tem sido escrutinada na imprensa e nas redes sociais por ter-se tornado na primeira embaixadora mundial de uma marca de refrigerantes israelita sediada na Cisjordânia, território reclamado pela Palestina.

Após o encerramento do evento desportivo Super Bowl, no dia 2 de fevereiro, vai ser emitido pela primeira vez o novo anúncio publicitário da marca "SodaStream", no qual Scarlett Johansson dá a conhecer ao público uma máquina de fazer bebidas com gás em casa.

Criticada por apoiar uma empresa que promove o confronto com ativistas palestinianos, que reclamam posse da Cisjordânia desde 1967, a artista justificou ao jornal "Huffington Post" que nunca tencionou "ser a cara de nenhum movimento, conflito ou divergência social ou política", não deixando, porém, de levar a campanha para a frente.

A "New York Magazine" chegou mesmo a aplicar o rótulo "bolhas de sangue" à campanha e a intensificar a onda de críticas, mas a atriz manteve-se firme. "Continuo a apoiar a cooperação económica e a interação social entre um Israel e uma Palestina democráticos. A 'SodaStream' é uma empresa que não só luta pelo meio ambiente como pela manutenção da paz entre Israel e a Palestina, ao apoiar vizinhos a trabalhar em conjunto, a receber iguais salários, benefícios e direitos", defendeu.

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