Revelações

Luciana Abreu fecha "um ciclo" e acusa Djaló de violência doméstica

Luciana Abreu fecha "um ciclo" e acusa Djaló de violência doméstica

Em "O programa da Cristina", na SIC, a atriz e cantora Luciana Abreu revelou que chegou a apresentar queixa contra Yannick Djaló, com quem foi casada, mas que retirou por amor.

Divorciados desde dezembro de 2013 e com duas filhas em comum, Luciana e o futebolista continuam de costas viradas, com novas acusações a virem a público.

"Fiz queixa de violência doméstica que, pelo amor que lhe tinha, retirei mais tarde, mas que ficou registada", contou a artista no programa de Cristina Ferreira, na manhã desta quinta-feira.

E, nas redes sociais, acrescentou: "Deixei o medo, a vergonha e a pena de lado, que me impediam há 4 anos, de esclarecer toda a verdade que está documentada. Eu disse basta! Não vivam de medos, mas sim de coragem e lutem".

Dias depois de Djaló a ter acusado, em entrevista a Manuel Luís Goucha, na TVI, de não o deixar ver as filhas, Lyonce, de oito anos, e Lyannii, de seis, Luciana defendeu-se, garantindo que essa não é a verdade.

"Entrei com o processo em Tribunal contra o Yannick para alteração do poder paternal, pois o Yannick vai ser obrigado a visitá-las e a respeitá-las ou eu não me chame Luciana Abreu", garantiu, sublinhando que hoje fechou "um ciclo".

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Pela primeira vez, a atriz e cantora falou ainda das razões que a levaram a expulsar a própria mãe, Ludovina, de casa. "Vim a saber que a segunda titular das minhas contas, a minha mãe, a quem tinha passado uma procuração, com plenos poderes, retirava, sem eu saber dinheiro das minhas contas, pois era ela que geria tudo na minha vida incluindo os meus amigos. Mais tarde, vim a saber que as minhas duas irmãs eram filhas de pais diferentes", relatou.

Luciana recordou a vida difícil que a obrigou a deixar os estudos cedo: "Tinham-me dito que ela [a mãe] trabalhava de dia e de noite na Santa Casa da Misericórdia e eu sentia na obrigação, como boa filha, de contribuir e ajudar nas despesas da família (...). Perdi a minha adolescência. Não vivi, não me diverti, para descobrir, mais tarde, que a minha progenitora, juntamente com uma sócia, afinal, à noite, tinha uma casa de massagens. Dispenso de comentar mais esta casa".

As discussões também com a irmã mais nova, Luísa, "que acabavam em violência, física e verbal", com as filhas a assistir, levaram "a convidar" as familiares "a saírem de casa".

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