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Portugal Fashion a postos para o segundo take

Portugal Fashion a postos para o segundo take

No último dia de gravações de edição digital, evento contou com visita do presidente da Câmara do Porto.

Depois de dividida, a 48.ª edição do Portugal Fashion(PF) entra em contagem decrescente para voltar à cena esta quinta-feira, numa segunda parte de novo em formato exclusivamente digital. Os conteúdos foram gravados na Alfândega do Porto, sem público, mas com muitos profissionais envolvidos e testados à covid-19.

Em tempo de pandemia, "a moda não pára", sublinha a organização, convidando a que se assista, a partir do sofá, aos desfiles e apresentações do segundo take, que o JN espreitou em primeira mão. No caso, a passagem de Diogo Miranda, na Biblioteca da Alfândega, cujas propostas podem ver vistas às 20 horas de sexta-feira. Longe de ser spoiler, o designer disse que quer "fazer a mulher sonhar".

O momento também foi presenciado por Rui Moreira. A partir dos bastidores, o presidente da Câmara do Porto referiu-se à atual realidade do evento: "É fundamental que aconteça, embora um Portugal Fashion sem público possa parecer, para muitas pessoas, uma coisa estranha. Mas não nos podemos esquecer que não é essa a principal vertente do PF, que pretende ser uma vertente de afirmação da moda e do design português nos mercados e isso é possível como está a ser feito". Por essa razão, "quisemos reforçar o apoio à ANJE [Associação Nacional de Jovens Empresário] num ano particularmente difícil", numa alusão aos 150 mil euros atribuídos ao projeto, notando que, "nesta altura, temos de fazer das fraquezas forças e olhar para novas oportunidades, novos mercados".

Na qualidade de anfitrião, o presidente da ANJE, Alexandre Meireles, reconheceu que, pela ausência de público, não é o evento desejado, mas que, durante três dias, será oferecida "uma edição fantástica", da Invicta para o mundo.

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