Diana

"Princesa do Povo" morreu há 25 anos

"Princesa do Povo" morreu há 25 anos

Assassinato ou acidente? No dia em que se assinala um quarto de século da morte de "Lady Di", há novos documentários e filmes sobre o acidente fatal no Túnel da Alma, em Paris.

Diana de Gales perdeu a vida há precisamente 25 anos, no dia 31 de agosto de 1997, na sequência de um acidente de carro num túnel de Paris, França, quando era perseguida por dezenas de paparazzi, à procura das melhores fotos da sua relação com o milionário árabe Dodi Al-Fayed.

Apesar de, inicialmente, a opinião pública ter apontado o dedo aos repórteres fotográficos, uma investigação francesa de 1999 descobriu que o motorista Henri Paul estava alcoolizado e sob o efeito de medicamentos prescritos quando perdeu o controlo do Mercedes-Benz.

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Desde então, sucederam-se filmes e documentários sobre a mulher que se notabilizou, mundialmente, na luta contra a sida, no apoio a crianças necessitadas e mostrou ao Mundo as vítimas de minas terrestres em Angola.

O mais recente documentário "The Diana investigations", estreou-se no passado dia 28, no canal ID. Há vários testemunhos recolhidos, entre os quais o de Victor Mishcon, conselheiro legal de Diana de Gales, que afirma que a princesa terá previsto a sua morte, dois anos antes do acidente. Num encontro para "partilhar algo que ia na sua cabeça", Diana terá dito a Mishcon que "fontes seguras lhe asseguraram que um acidente de carro estaria a ser preparado". Diana previu que "acabaria morta ou ferida com gravidade", refere o conselheiro no documentário. O canal ID mostra, ainda, a luta do pai de Dodi Al-Fayed. Inconformado com a morte do filho, Mohamed Al-Fayed contratou vários detetives privados. Quanto à morte, o documentário é inconclusivo - como tantos outros.

Entretanto, ficou a saber-se, nos últimos dias, que na quinta temporada da série premiada "The crown", da Netflix, vai ser exibida a célebre entrevista da princesa ao jornalista da BBC, Martin Bashir, no programa "Panorama", na qual confessava que "havia três pessoas na relação", numa referência a Camilla Parker-Bowles. Apesar do príncipe William ter apelado para que a entrevista nunca mais fosse referida - e a BBC garantir que nunca mais a iria exibir depois de, alegadamente, Martin Bashir ter forjado documentos para convencer Diana a falar - a Netflix deve recriar o momento histórico.

Dezenas de documentários

Este ano marca também a chegada de "The princess". O "doc" estreou-se na plataforma HBO Max e exibe o escrutínio da Imprensa sobre a realeza britânica.

Entre as dezenas de documentários sobre a sua morte destacam-se: "The final hours of princess Diana"; "Diana, our mother"; "Lady Di, as suas últimas palavras"; "Diana, 7 days"; "Diana, seven days that shook the windsors"; "Princess Diana death: Mistery solved"; "Princess Diana: Her life, her death, the truth". Todos lançados, em 2017, nos 20 anos da sua morte. E também "The murder of princess Diana" (2007).

No capítulo dos filmes, a mais recente novidade é "Lady Di", filmado integralmente a partir de imagens de arquivo. Recorde-se que o primeiro filme de sucesso mundial com a história da princesa de Gales foi "Diana", de 2013, protagonizado por Naomi Watts e Naveen Andrews, que desempenha o cirurgião por quem se apaixonou, num romance condenado pelos tabloides britânicos.

Outro filme, mais recente, que pode ser visto é "Spencer". Lançado em novembro, do ano passado, mostra a relação tumultuosa entre Diana e o príncipe Carlos, com Kristen Stewart a dar vida à princesa de Gales. São, apenas, três dias na vida da princesa, captados pelo realizador chileno Pablo Larraín.

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