Política

Combate ao desemprego é prioridade número um, assegura Álvaro Pereira

Combate ao desemprego é prioridade número um, assegura Álvaro Pereira

O ministro da Economia e do Emprego disse hoje que a criação da Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem, é "o Governo a trabalhar em conjunto para solucionar um problema grave do país".

A comissão pretende abranger uma série de áreas, da juventude, do desporto, do emprego e do empreendedorismo, ficando sem resposta se não deveria ser o ministro do Emprego a liderá-la em vez do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.

"A estrutura tem a presença de 12 secretários de Estado, dos quais três do Ministério da Economia", declarou o ministro e referiu que "é essencial para haver maior diálogo com a Comissão Europeia, em relação ao combate do desemprego jovem, que foi uma das iniciativas que o presidente Barroso anunciou recentemente".

O ministro da Economia defendeu que o combate ao desemprego é "prioridade número 1" do Governo, realçando que nesse sentido está a promover a reforma do setor empresarial do Estado, fundamental para salvaguardar postos de trabalho.

"O combate ao desemprego, como já referimos várias vezes, é a nossa prioridade número um e é exatamente, por isso, que estamos a levar a cabo a uma ambiciosa reforma do setor empresarial do Estado, que é fundamental para salvaguardar milhares de postos de trabalho, e por isso assinámos acordo de concertação social em que estão incluídas variadas medidas de combate ao desemprego", afirmou.

De acordo com um comunicado do gabinete de Miguel Relvas, que coordena a Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem, criada na semana passada, o Governo "compromete-se a apresentar medidas concretas para combater o desemprego jovem".

Álvaro Santos Pereira presidia à assinatura de aditamentos aos contratos de concessão de eletricidade e de gás natural com a REN - Redes Energéticas Nacionais para salvaguardar o planeamento de redes bem como a gestão do sistema depois da privatização da empresa.

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