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Corte nas pensões de sobrevivência é "brutal ataque aos reformados"

Corte nas pensões de sobrevivência é "brutal ataque aos reformados"

O PCP defendeu este domingo que o corte nas pensões de sobrevivência é um "brutal ataque aos reformados", considerando inaceitável a "cruzada contra os direitos de proteção social".

Numa reação, Fernanda Mateus, membro da Comissão Política do PCP, disse à Lusa que o corte nas prestações atribuídas a viúvas e viúvos é um "brutal ataque aos reformados", considerando que "é inaceitável" a "cruzada contra os direitos de proteção social".

"A pensão de sobrevivência não é uma dádiva do Estado, mas decorre dos descontos dos trabalhadores, ao longo de uma vida, para a Segurança Social", assinalou.

Para o PCP, o corte nas pensões de sobrevivência é mais uma das medidas "que visam atirar a grande maioria dos reformados e pensionistas para uma situação de empobrecimento", pelo que voltou a exigir a demissão do Governo e a convocação de eleições antecipadas.

O Estado gasta anualmente 2.700 milhões de euros em pensões de sobrevivência, prestações atribuídas a viúvas e viúvos para compensar a perda de rendimentos de trabalho resultante da morte do cônjuge.

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