Alberto João Jardim

Jardim denuncia "hostilidade sem precedentes do Estado" contra a Madeira

Jardim denuncia "hostilidade sem precedentes do Estado" contra a Madeira

O presidente do Governo Regional e do PSD-M, Alberto João Jardim, garante que não se demite das suas funções apesar da "hostilidade sem precedentes do Estado português" para com a Região Autónoma da Madeira.

Num artigo de opinião no Jornal da Madeira intitulado "Basta!", Alberto João Jardim escreve que "a partir do Governo Sócrates, o comportamento do Estado português em relação à Região Autónoma da Madeira assume uma hostilidade sem precedentes desde o início do período da Autonomia Política. Tal coincide com o notório crescimento do peso maçónico no Estado português e nos próprios Partidos políticos".

Diz saber que constitui "um alvo a abater" em consequência das suas lutas e denúncias que constituíram toda a sua vida pública mas lamenta que "os mentores" deste ataque à Madeira " não hesitam em sacrificar todo o povo madeirense, só por causa de um combate feito também de obstinação patológica contra uma pessoa".

"Da parte que me toca, já disse olhos nos olhos a vários dos responsáveis por tudo isto, em períodos diferentes, que se o objetivo é fazer com que eu me demita, não o farei. Só o Parlamento da Madeira pode determiná-lo".

Sublinha que "só o povo da Madeira determinará quem me sucederá na liderança do Governo Regional, só os militantes autonomistas sociais-democratas do arquipélago decidirão quem me substituirá na liderança do PSD/Madeira. Nunca os nossos adversários".

Revela que participará no encontro promovido pelo FAMA - Fórum para a Autonomia da Madeira (organização de que é presidente honorário) sobre a celebração da Autonomia Política da Madeira, que significará "como que um desembainhar das espadas".

"Não somos separatistas. Somos autonomistas, com o Direito de exigir uma Autonomia verdadeira, no seio da Mátria portuguesa", adianta.

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"Os separatistas estão em Lisboa com as respetivas políticas, quer provocatórias, quer colonialistas. Eles, sim, a nos pretender fazer abandonar Portugal, ou a nos pretender conduzir a uma revolta, para nos esmagarem. Também nesta não caímos, os caminhos são resistência pacífica e desacreditar os nossos inimigos, aos olhos dos portugueses.

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