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Largo do Rato "pariu montanhas" na despesa do Estado

Largo do Rato "pariu montanhas" na despesa do Estado

"Se a montanha pariu um rato, houve um rato, leia-se Largo do Rato (sede do PS), que ao longo dos anos pariu montanhas" na despesa do Estado, afirmou, esta quarta-feira, o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, respondendo às críticas do seu homólogo do PS, Carlos Zorrinho, que desvalorizou os cortes nas fundações.

Numa conferência de Imprensa destinada a apresentar um projeto de lei para cortar nas subvenções do Estado para os partidos e campanhas eleitorais, Luís Montenegro e Nuno Maglahãoes, líder parlamentar do CDS, sublinharam a importância de todas as inciativas que "grão a grão" diminuem a despesa do Estado".

O PS considerou, na terça-feira, que "a montanha pariu um rato" no objetivo do Governo de cortar despesas com fundações e exigiu que sejam enviados para o Parlamento os estudos que estiveram na origem da proposta do executivo sobre a extinção e redução de apoios às fundações.

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