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Maioria PSD/CDS é "à prova de bala", diz Telmo Correia

Maioria PSD/CDS é "à prova de bala", diz Telmo Correia

O deputado do CDS Telmo Correia garantiu que a coligação governamental é "à prova de bala", sublinhando a importância de uma "maioria estável" perante o aparecimento de "dificuldades inesperadas", como a declaração de inconstitucionalidade do corte de subsídios.

"Perante um caminho que está cheio de dificuldades e onde surgem até dificuldades inesperadas... O recente acórdão do Tribunal Constitucional é disso exemplo, ao comparar o incomparável entre público e privado e concluir que um ano pode ser exceção mas dois anos já não podem ser exceção, demonstra bem a relevância de uma governação maioritária", disse o deputado, que é um dos vice-presidentes da bancada parlamentar do CDS.

Telmo Correia falava durante o debate do Estado da Nação, no Parlamento, e apontou a existência de uma "maioria estável e sólida" como uma das "diferenças fundamentais" no país em relação à situação que vivia há um ano.

"Devemos sempre procurar dialogar, chamar ao esforço comum todas as forças sociais, institucionais e os sindicatos, bem como a própria oposição. Mas é bom que se saiba que, no limite, existe uma maioria que está aqui e que, no essencial, naquilo que é fundamental, que é cumprir e resgatar Portugal, no fundamental, esta maioria é à prova de bala e não falhará no seu apoio ao Governo", acrescentou.

O deputado sublinhou ainda que num ano o país passou de ser visto, internacionalmente, como um "caso muito complicado", a par da Grécia, para hoje ser apontado como um "caso próprio" e "exemplar", comparável ao da Irlanda, que regressou recentemente aos mercados internacionais.

Telmo Correia considerou ainda que o "espírito reformista" do Governo "avança" e destacou alguns "sinais positivos", como o aumento das exportações e os consequentes efeitos no equilíbrio da balança comercial.

Reconheceu que, porém, há também "dados preocupantes", destacando o desemprego, que "implica uma particular atenção".

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Quanto ao "estado da oposição" lamentou o apelo "irresponsável" às greves por parte de alguns partidos.

Finalmente, dirigindo-se ao Partido Socialista, considerou que não conseguiu demarcar-se do passado e "assumir uma oposição construtiva e de iniciativa", limitando-se a ser uma "caixa postal" dos "descontentamentos".

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