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Partido da Terra exige pedido de desculpas "urgente" após "carga policial" na greve geral

Partido da Terra exige pedido de desculpas "urgente" após "carga policial" na greve geral

O Partido da Terra condenou, este sábado, "a carga policial" por parte dos agentes da PSP durante uma manifestação no Chiado, em Lisboa, exigindo "urgentemente" um pedido de desculpa da PSP e do Governo.

"O Partido da Terra-MPT condena a carga policial da PSP aos cidadãos durante a realização da greve geral do passado dia 22 de março", afirma o movimento em comunicado, acrescentando que a ação da PSP "não é digna de um estado democrático".

Para o partido liderado agora por John Rosas, esta foi uma "demonstração de força brutal, inusitada, e desproporcional por parte dos agentes do corpo de intervenção da PSP" pelo que "terá que ser fundamentadamente explicada" e as "inerentes responsabilidades imputadas".

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Este tipo de ações da polícia podem mesmo levar a "convulsões sociais que colocam em perigo qualquer regime democrático", acrescenta a nota à imprensa, pelo que considera que devem ser evitadas.

Neste sentido, o Partido da Terra disse em comunicado que "exige urgentemente aos órgãos representativos da PSP e da tutela, um pedido formal de desculpas a toda a sociedade portuguesa".

Na quinta-feira à tarde, em dia de greve geral convocada pela CGTP, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e várias pessoas ligadas à plataforma 15 de Outubro envolveram-se em confrontos junto ao Largo do Chiado, em plena baixa lisboeta.

Depois de vários manifestantes terem arremessado objetos contra agentes policiais e de a esplanada do café A Brasileira ter sido praticamente destruída, a PSP reforçou a sua presença com elementos das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) e do Corpo de Intervenção.

Durante os confrontos entre manifestantes e polícias, os fotojornalistas José Sena Goulão (da agência Lusa) e Patrícia de Melo Moreira (da France Presse), que se encontravam no local a fazer a cobertura do acontecimento, foram agredidos pelas forças policiais.

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