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Passos Coelho promete "acabar com privilégios dos setores mais protegidos"

Passos Coelho promete "acabar com privilégios dos setores mais protegidos"

O primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, prometeu, este domingo, "acabar com os privilégios dos setores mais protegidos da economia" portuguesa, incluindo a energia, defendendo que todos têm de contribuir para a recuperação do país.

No discurso com que encerrou do XXXIV Congresso do PSD, na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico, em Lisboa, Passos Coelho afirmou que tem "um projeto ambicioso para Portugal" e que quer "construir uma sociedade mais aberta, mais democrática na economia, mais justa na repartição do rendimento", o que implica "acabar com os privilégios que permanecem nos setores mais protegidos da economia" em Portugal.

"E seremos determinados, através de toda a transformação legal e negocial, que nos permitirá reduzir esses privilégios, acabar com esses privilégios e democratizar ainda mais a nossa economia e o nosso país", assegurou Passos Coelho.

Isso será feito "também na energia, acabando com o défice tarifário pesado que todos os portugueses, famílias e particulares ou empresas, têm vindo a suportar", acrescentou.

"Nós temos de olhar para todos os portugueses e poder dizer-lhes: não há uns que possam mais e outros que possam menos. Respeitamos todos, mas todos têm de dar um contributo para a recuperação do país", defendeu o primeiro-ministro e presidente do PSD.

Passos Coelho disse que a eliminação de "privilégios" e a "democratização" da economia portuguesa passará também pela renegociação dos contratos de parcerias público privadas, referindo que, se nada fosse feito, estes custariam aos contribuintes "mais de mil dois milhões de euros todos os anos a partir de 2014 e por quase 35 anos".

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