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Pedro Passos Coelho

Passos espera que portugueses percebam que "cumprir" resulta em "crescimento" e "emprego"

Passos espera que portugueses percebam que "cumprir" resulta em "crescimento" e "emprego"

O presidente do PSD, Passos Coelho, disse, domingo, ter feito um discurso para o "país", como é "tradição" nas intervenções de encerramento do Congresso, esperando que os portugueses entendam que "cumprir" vai reverter para "crescimento" e "criação de emprego".

"Hoje a minha intervenção era sobretudo para o país e não para o PSD ou para os congressistas, é essa a nossa tradição. Espero que todos os portugueses que possam ter assistido a esta intervenção percebam, como ali enfatizei, que estamos no bom caminho, o trabalho que está a ser feito é um trabalho que nos permite dizer aos portugueses que estamos a cumprir e que isso reverterá em favor do crescimento do país e da criação de emprego", afirmou Passos Coelho aos jornalistas.

Após a sua intervenção no encerramento do Congresso do PSD, Passos foi confrontado pelos jornalistas com a acusação que tem sido reiteradamente feita pelo líder do PS, António José Seguro, e que foi no sábado reforçada, de que é o primeiro-ministro com a maior "insensibilidade" de sempre.

"Eu sou um primeiro-ministro preocupado em cumprir com o mandato de confiança que os portugueses colocaram no meu exercício de funções e serão os portugueses a avaliar qual é o nível do resultado que eu entrego e se esse resultado é sensível ou não aos problemas do país, eu julgo que sim", respondeu Passos.

O líder social-democrata sublinhou ainda que o país precisa da "revolução tranquila" que defendeu ao longo do Congresso, sustentando que é tranquila exatamente porque "não pode ser feita de forma abrupta, cortando com o passado", mas antes "cerzindo as ligações, preservando a coesão nacional".

"Por vezes, há muitas coisas que mudam um bocadinho para que tudo fique na mesma, mas nós não podemos ficar na mesma. O país tem que mudar profundamente", declarou, ilustrando que havia "demasiados trabalhadores no setor dos transportes" e foi possível que, sem que o país tivesse um sobressalto, chegar a acordo com dois mil trabalhadores para rescisões amigáveis", o que, defendeu, tornará essas empresas "mais sustentáveis".

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