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Passos não desiste de reduzir défice e dívida por haver eleições

Passos não desiste de reduzir défice e dívida por haver eleições

O presidente do PSD afirmou, esta terça-feira, que o Governo mudou o perfil estrutural da economia ao longo do mandato e garantiu que não abandonará os objetivos de redução do défice e de controlo da dívida em ano eleitoral.

Pedro Passos Coelho discursava, em Lisboa, numa sessão organizada pelo PSD no âmbito das jornadas "Consolidação, crescimento e coesão", promovidas pelos sociais-democratas em vários pontos do país até ao final de janeiro.

O primeiro-ministro e líder social-democrata recordou que a correção dos desequilíbrios externos foi conseguida e que, do ponto de vista da economia do país, houve "uma grande correção" à qual "falta corrigir o desequilíbrio do desemprego".

Numa intervenção centrada na defesa do rumo tomado pelo Governo, Passos Coelho defendeu que aqueles que têm responsabilidades "não podem ir mudando de opinião à medida que o tempo vai passando e que a opinião pública vai evoluindo nas suas perceções".

"Os que atuam dessa maneira perdem toda a credibilidade, nós mantivemos sempre o nosso rumo, dissemos sempre que Portugal, para crescer, não pode ter um Estado tão endividado, um Estado demasiado endividado vai buscar demasiado dinheiro aos impostos. Por isso, fazemos tanta questão na redução do défice e no controlo da dívida e não abandonámos essa visão, não a estamos a suavizar, não estamos a dourar a pílula apenas porque nos aproximamos de um período eleitoral", assegurou.

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