Política

Passos queixa-se das "inverdades" e reitera que não antecipa eleições

Passos queixa-se das "inverdades" e reitera que não antecipa eleições

O primeiro-ministro desafiou este sábado os comentadores a pedirem "desculpas" pelas "inverdades" que têm sido ditas sobre a situacão do país e classificou mesmo de "patética" a dificuldade que alguns, que não citou, têm em reconhecer as conquistas que foram feitas.

"Hoje todos os comentadores e jornalistas podem olhar para os números e saber o que eles dizem. Pena que neste exercício de coerência muitos sejam preguiçosos e às vezes orgulhosos", disse, no encerramento das jornadas parlamentares do PSD e CDS-PP, referindo que "têm sido ditas no debate 'inverdades como punhos'".

"Chega a ser patético verificar a dificuldade de gente, que se diz independente, que foi preguiçosa, que não leu, que não reparou", disse, desafiando-os a pedirem desculpas, mas sem esclarecer a quem se referia.

"Quando o governo erra exige-se que peça desculpas e dê a mão à palmatória. Já aconteceu. Mas se nós podemos reconhecer os nossos erros, porque é que aqueles que todos os dias que informam os portugueses informam mal, não hão de pedir desculpa?", questionou.

O primeiro-ministro insistiu que a proposta de Orçamento de Estado que está em discussão é um orcamento "de coerência" e que traz "mais esperança para o futuro. E, tal como já tinha feito de manhã o vice-primeiro ministro Paulo Portas, recusou a antecipação de eleições, que tem sido reclamada pelo PS.

"Fiquem descansados. Esse julgamento só vai acontecer daqui a um ano porque temos muito que fazer, muito mesmo", disse aos deputados da maioria, garantindo que o Governo "reformista" vai até ao fim.

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