Paulo Portas

Paulo Portas apresenta o "guião da reforma do Estado" às 19.15 horas

Paulo Portas apresenta o "guião da reforma do Estado" às 19.15 horas

O Conselho de Ministros aprovou, esta quarta-feira, o chamado "guião da reforma do Estado", que será apresentado pelo vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, anunciou o ministro da Presidência, Luís Marques Guedes. A apresentação está agendada para as 19.15 horas.

Na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares reiterou que a reforma do Estado "não se inicia com este guião", acrescentando: "Isto é um guião da reforma do Estado, como terão oportunidade de verificar, citando tudo aquilo que obviamente também começou a ser feito desde o início deste Governo, que tem sido muito, que têm sido reformas bastante profundas".

Luís Marques Guedes afirmou que esse documento resultou de "um naturalmente exigente" e não consta do comunicado do Conselho de Ministros desta quarta-feira "porque esse comunicado refere-se apenas a diplomas, e o guião da reforma do Estado não é um diploma, é um documento programático, um documento político".

Questionado se esse documento inclui números e medidas concretas ou orientações e princípios gerais, o ministro da Presidência escusou-se a responder, pedindo a compreensão dos jornalistas: "Ficaria muito mal se eu antecipasse o que quer que fosse, descaracterizando aquilo que vai ser a apresentação no seu todo do guião".

Marques Guedes acrescentou "todas as questões, essas e outras, ficarão seguramente esclarecidas" na apresentação que Paulo Portas fará "nas próximas horas" na Presidência do Conselho de Ministros.

Interrogado se o trabalho de elaboração desse documento foi difícil, o ministro contrapôs que "foi um trabalho exigente, porque a situação que o país atravessa é uma situação essa sim muito difícil, e requer medidas e uma visão e uma ambição bastante existentes para retirar o país da situação em que caiu em 2010/2011".

Segundo Marques Guedes, para que Portugal tenha "um futuro diferente"é necessária uma "reestruturação e reforma do próprio Estado, porque é o Estado porventura o primeiro e principal responsável pela situação em que o país caiu", pelas "políticas erradas" dos "últimos dez, quinze anos" que "criaram um peso excessivo sobre o país, sobre a economia, sobre as empresas, sobre as famílias".

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