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Portas diz que redução da despesa evita impostos extraordinários

Portas diz que redução da despesa evita impostos extraordinários

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros disse, esta quinta-feira à tarde, em Matosinhos, que "uma redução estrutural da despesa evita impostos extraordinários ou suspensões extraordinárias de pensões ou de subsídios".

Paulo Portas afirmou que "Portugal tem um problema de excesso de défice, de excesso de dívida e de excesso de despesa, que leva por sua vez a um problema de excesso de carga fiscal".

"Só há uma maneira de contrariar esse excesso de carga fiscal: é conseguir com sentido de justiça, de uma forma meticulosa, reduzir despesa estrutural", defendeu, após visitar a Expo-Dentária, uma certame que foi inaugurado, esta quinta-feira, na Exponor, em Matosinhos, juntamente com o XXI Congresso da Ordem dos Médicos Dentistas.

O ministro concluiu a sua ideia referindo que "uma redução estrutural da despesa evita impostos extraordinários ou suspensões extraordinárias de pensões ou de subsídios.

Portas comentou assim a notícia de que o secretário-geral do PS, António José Seguro, reafirmou, esta quinta-feira, que os socialistas estão "contra" o corte de 4.000 milhões de euros na despesa do Estado, que o Governo afirma ser inevitável já a partir de 2013.

"O problema não é apenas de um Governo; é nacional e ultrapassá-lo é, a meu ver, um contributo aberto e um dever de todos os que têm o sentido de responsabilidade de pensar o país do ponto de vista da sua governabilidade", considerou ainda o ministro.

Paulo Portas frisou, depois, que "reduzir estruturalmente a despesa aconteceu ser uma tarefa cometida a este Governo porque o país vive em ajustamento externo e toda a gente porque é que o país lá chegou".

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Em sua opinião, ainda, "quem olha para a governabilidade do país e para o futuro do país deve contribuir com as suas ideias, com a sua sensibilidade, com o seu olhar sobre como é que se pode reduzir despesa sem ser injusto e como se pode reduzir despesa sendo eficiente".

O ministro salientou que "quem der o seu contributo" está a "arriscar um pouco, com certeza, mas é olhado com mais respeito pelos portugueses que estão a viver uma situação muito difícil e que sabem que isto não é prolongável".

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