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Secretário-geral do PS acusa Governo de estar em campanha a "vender ilusões"

Secretário-geral do PS acusa Governo de estar em campanha a "vender ilusões"

O secretário-geral do PS acusou, este sábado. o Governo de "vender ilusões" sobre a situação económica do país com objetivos eleitorais e defendeu uma "rotura planeada" para acabar com privilégios e a desigualdade.

"O Governo está numa autêntica campanha eleitoral. Não passa de um vendedor de ilusões, gerando a ilusão de que o país está a sair da crise", acusou António José Seguro, que intervinha no encerramento da 1ª Conferência Nacional da Convenção Novo Rumo, no Centro Cultural de Belém, Lisboa.

O secretário-geral socialista admitiu que "um ou outro indicador económico melhorou" mas defendeu que, globalmente, "o país está pior do que há dois anos e meio", mais "pobre e mais desigual".

O líder socialista considerou que os portugueses "desta vez não se vão deixar iludir", referindo-se às próximas eleições europeias, que se realizarão dentro de quatro meses.

Seguro defendeu que "não tinha que ser assim" e disse que, de futuro, com um governo socialista, "não vai ser assim", defendendo que será necessária uma "rotura" para acabar com privilégios.

"Nalguns casos temos de fazer roturas pensadas, roturas planeadas. Não roturas à mercê de curto prazo ou experimentalismo social, mas roturas que acabem com privilégios na sociedade portuguesa e promovam um país mais coeso e com menos desigualdade social", afirmou.

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