Política

Seguro agarra-se à vitória para resistir às pressões internas

Seguro agarra-se à vitória para resistir às pressões internas

A vitória foi curta, mas Seguro agarra-se ao resultado eleitoral para resistir às críticas internas dos que exigem mudança de estratégia e de liderança, para o PS garantir uma maioria absoluta nas legislativas.

Sócrates deu o mote: "Como é que se discute um líder que ganha? Não faz parte do que é normal em política." E é, de facto, esse o momento que se vive no PS, onde todos falam, muitos criticam, mas ninguém está (ainda) disposto a avançar para contestar diretamente a liderança de Seguro e muito menos para ir a votos.

António Costa e Carlos César são os protagonistas da alternativa que os críticos de Seguro aguardam, mas não há, para já, sinais de que avancem. A Comissão Nacional do partido já foi marcada para sábado e será esse o palco interno para se ouvir a análise dos resultados eleitorais, porque, dizem no partido, "o PS pode fazer melhor". Será também aí que o líder deverá agarra-se às duas vitórias consecutivas que conquistou (autárquicas e europeias) para prometer que vai trabalhar para que à terceira seja de vez.

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