Política

Seguro pede "maior prudência nas palavras" de atores políticos sobre saída da "troika"

Seguro pede "maior prudência nas palavras" de atores políticos sobre saída da "troika"

O secretário-geral do PS, António José Seguro, pediu, este sábado, "maior prudência nas palavras" de todos, para o que deve Portugal fazer após o fim do programa de ajustamento financeiro firmado com a "troika".

"Hoje lemos estas declarações do Presidente da República. Na Grécia, o presidente Barroso, da Comissão Europeia, disse que Portugal iria ter uma saída limpa. E também lemos nos jornais que o Governo está a tentar uma terceira via. Convinha que, sobre este assunto, que é da maior importância para os portugueses e do nosso país, houvesse maior prudência nas palavras e de facto os protagonistas se pronunciassem em função de situações concretas", disse hoje Seguro.

O líder socialista falava aos jornalistas numa escola lisboeta, à margem de uma sessão das conferências "Novo Rumo", no dia em que se soube que o Presidente da República, Cavaco Silva, considera "uma ilusão" pensar que as exigências de rigor orçamental vão desaparecer após a conclusão do programa de ajustamento, e avisa que pelo menos até 2035 Portugal continuará sujeito a supervisão.

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