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Administrador do Crédito Agrícola dado como desaparecido na Maia

Administrador do Crédito Agrícola dado como desaparecido na Maia

A mulher de um administrador bancário desaparecido na segunda-feira, na Maia, disse, esta quarta-feira, ter pedido a intervenção da Polícia Judiciária, por recear que o marido tenha sido vítima de alguma retaliação decorrente de decisões tomadas na esfera profissional.

"É tudo muito estranho", afirmou à Lusa Isabel Neves, que também formalizou na esquadra da PSP da Maia um pedido de localização do seu paradeiro.

Ângelo Neves, administrador da Caixa de Crédito Agrícola da Área Metropolitana do Porto, sediada na Maia, tinha o poder de aceitar ou rejeitar pedidos de crédito, explicou Isabel Neves, que diz recear que o marido tenha sido vítima de algum "ajuste de contas" por decisões naquele domínio.

O administrador bancário saiu do seu gabinete cerca das 10 horas de segunda-feira, alegadamente para comprar cigarros, não regressando pela manhã ao posto de trabalho.

Também não compareceu ao almoço que habitualmente fazia com colegas de trabalho, que, já cerca das 14 horas, encontraram os seus bens pessoais no gabinete, num indício de que não demoraria.

No entanto, nunca mais foi visto, nem sequer pela família, e goraram-se todas as tentativas para o localizar.

Segundo a mulher, o administrador bancário deixou todos os documentos, à exceção do Cartão do Cidadão e, nos dias precedentes, levantara apenas uma pequena quantia de dinheiro.

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Sublinhou que se trata de uma pessoa voltada para o trabalho e família, acrescentando que não tem passaporte, o que exclui a sua ida para o estrangeiro.

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