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Buscas na Caixa Agrícola de Tabuaço visaram apenas contas de António Figueiredo

Buscas na Caixa Agrícola de Tabuaço visaram apenas contas de António Figueiredo

O funcionário da Caixa de Crédito Agrícola do Vale do Távora e Douro, de Tabuaço, constituiído arguido, quinta feira, no âmbito do inquérito sobre alegada corrupção na atribuição de "vistos gold" "nada tem a ver com o caso, como acabará por ficar demonstrado", disse, este sábado, ao JN o advogado da instituição, Machado Vilela.

O jurista frisou que a Caixa, que está a cooperar com a Justiça, não está envolvida em qualquer "esquema" fraudulento, sublinhando que as buscas realizadas, quinta- feira pelo juiz Carlos Alexandre na Caixa de Crédito Agrícola de Tabuaço, visaram apenas as contas bancárias do principal arguido, o presidente do Instituto de Registos e Notariado, António Figueiredo, que é cliente.

O advogado Machado Vilela, que representa a Caixa, adiantou ao JN que nenhum gestor ou funcionário da instituição foi detido, frisando, ainda, que as diligências não incluíam suspeitas de crime de "branqueamento de capitais".

Uma outra fonte ligada ao processo disse ao JN que o funcionário é suspeito de ajudar António Figueiredo, em cuja conta pessoal se suspeita terão ido parar "comissões" de empresários chineses em processos de venda de imóveis para concessão de "vistos gold".

Nas buscas o juiz apreendeu o valor de uma conta bancária de António Figueiredo, de valor não muito significativo, mas onde se suspeita terão ido parar "comissões" de empresários chineses em processos de venda de imóveis para concessão de "vistos gold".

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