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Cândida Almeida afastada da direção do DCIAP

Cândida Almeida afastada da direção do DCIAP

A diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, Cândida Almeida, informou, esta segunda-feira, os seus colaboradores de que não iria continuar no cargo, disse à Lusa fonte do Ministério Público.

Segundo a mesma fonte, Cândida Almeida reuniu-se, esta segunda-feira, com os procuradores do DCIAP comunicando-lhes que não iria ser reconduzida no cargo que ocupa há 12 anos e cuja comissão de serviço termina em março.

Cabe agora à procuradora-geral da República propor o nome da pessoa que irá substituir Cândida Almeida no cargo, sendo já apontados possíveis sucessores, designadamente os magistrados Euclides Dâmaso, Orlando Romano, Helena Fazenda e Maria José Morgado.

A Lusa tentou obter um comentário de Cândida Almeida, mas tal não foi possível.

A notícia foi avançada pela TVI, que indicou que a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, comunicou a decisão à diretora do DCIAP na passada sexta-feira e ainda a tentou convencer a assumir publicamente a indisponibilidade para prosseguir no cargo, mas esta terá recusado.

O DCIAP é o departamento do Ministério Público que se dedica a investigar a criminalidade violenta, altamente organizada e mais complexa tendo investigado processos como o Portucale, Freeport, Operação Furacão, Caso BPN e as contrapartidas dos submarinos.

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