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Candonga fora da lei na cadeia dos famosos

Candonga fora da lei na cadeia dos famosos

Na prisão da Carregueira, o negócio "escuro" do tabaco está a deixar uns reclusos com os bolsos cheios e outros revoltados. O ajuste de contas chega a culminar com agressões, não participadas, a "caloteiros".

Produtos vendidos sem rótulo e sem prazo de validade, tabaco "gelado" e tão escasso que propicia a "candonga", produtos chineses comercializados ao mesmo preço de outros de marca, bolachas, água e bolos vendidos nas máquinas automáticas ao dobro do preço da cantina, visitas íntimas onde durante três horas não se pode beber ou comer, telefone dominado pelos reclusos "mais fortes". São algumas das muitas queixas feitas, ao JN, por presos da Carregueira, Sintra, que habitam a mesma ala de Carlos Cruz, Vale e Azevedo e Isaltino Morais, e que se afirmam revoltados e a ponderar ações de luta contra os alegados "vícios" e "irregularidades" na cadeia dos famosos.

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