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Entregou-se suspeito do homicídio de subdiretora do Igespar

Entregou-se suspeito do homicídio de subdiretora do Igespar

Questões familiares relacionadas com partilhas estarão na origem do assassínio de Ana Bivar Prôa, sub-diretora do Igespar e mulher do deputado do PSD António Prôa, alegadamente pelo irmão, na quarta-feira à noite, em Évora. O suspeito entregou-se às autoridades, em Alenquer. Está a ser ouvido esta sexta-feira no Tribunal de Évora.

O suspeito esfaqueou as suas duas irmãs, após as ter atropelado, tendo Ana Bívar, de 51 anos, acabado por morrer no Hospital de Évora, enquanto a outra, de 44, sofreu ferimentos ligeiros e teve alta hospitalar ainda durante a noite, revelaram à agência Lusa fontes policiais.

O homicídio ocorreu depois de o Tribunal de Évora, por iniciativa das duas irmãs, ter revogado, na quarta-feira, uma procuração que o suspeito tinha para representar a mãe em negócios, avançaram as fontes policiais.

O suspeito mora na zona de Santarém e a irmã assassinada em Lisboa e a outra, que foi assistida no hospital e já teve alta, reside no Bairro do Granito, em Évora.

Foi nesta cidade que a família, alegadamente, se terá reunido para tratar de partilhas, indicaram as mesmas fontes.

O atropelamento (por um veículo ligeiro de passageiros) seguido de esfaqueamento ocorreu na Rua Dr. César Baptista, no Bairro do Bacelo, na periferia da cidade, e o alerta foi recebido às 21.18 horas.

O suspeito do homicídio pôs-se em fuga, mas já se entregou num posto da GNR, em Alenquer, após ter sido "pressionado por pessoas próximas. Fonte policial revelou à Lusa que o homem "está a colaborar nas diligências de investigação".

A investigação do caso ficou a cargo da secção de homicídios da Polícia Judiciária.

As operações de socorro às vítimas mobilizaram cinco bombeiros da corporação de Évora, apoiados por duas ambulâncias, e uma viatura médica de emergência e reanimação.

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