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Erro judicial põe em liberdade sete narcotraficantes

Erro judicial põe em liberdade sete narcotraficantes

A Polícia Judiciária tinha os mandados de busca e apreensão, mas não foram entregues ao juiz de instrução os respetivos mandados de detenção. O suficiente para os sete acusados de tráfico de estupefacientes agravado ficarem em liberdade.

A primeira testemunha só começou a ser ouvida esta semana, uma vez que o julgamento foi adiado quatro vezes, ao que parece por falta de entendimento sobre o coletivo de juízes que iria julgar o caso.

Ainda assim na primeira audiência no mês passado, as testemunhas faltaram, mas desta vez vieram sob detenção. Precisamente as duas testemunhas que confirmaram, esta quarta-feira, ao Tribunal Judicial de Lisboa, o seu envolvimento como correios de droga, apesar de nunca terem sido constituídos arguidos. O despacho de pronúncia refere que estas testemunhas, a quem pagaram 5000 euros mais despesas, teriam ido ao Brasil buscar cinco quilogramas de cocaína, mas a droga nunca foi apanhada.

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