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Ex-líder da Associação de Paralisia Cerebral acusada de desviar 96 mil euros

Ex-líder da Associação de Paralisia Cerebral acusada de desviar 96 mil euros

Tinha absoluto controlo sobre toda a atividade do Núcleo de Guimarães da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral e comportava-se como se fosse dona da instituição. Em nove anos, é acusada de ter sacado 96 800 euros do núcleo e levado um funcionário da instituição a trabalhar na sua quinta e fazer-lhe as compras.

Estas são as acusações que está a enfrentar uma educadora de infância, de 61 anos, que presidiu aos destinos do núcleo de Guimarães da associação sem fins lucrativos entre 1997 e 2006. Está a ser julgada no Tribunal de Guimarães.

Maria Rodrigues foi presidente do núcleo de Guimarães da APCG entre 1997 e 2006. Era educadora de infância e foi enquanto funcionária pública que solicitou à Direção Regional de Educação do Norte a suspensão de funções para exercer a tempo inteiro, e mediante uma retribuição, a presidência do núcleo.

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