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Homicida da Mamarrosa não quer alegações com exibição de som e imagens

Homicida da Mamarrosa não quer alegações com exibição de som e imagens

O autor confesso da morte do advogado portuense Cláudio Rio Mendes, ocorrida em fevereiro de 2011, na Mamarrosa (Oliveira do Bairro), pediu ao tribunal de Anadia que não autorizasse o uso de imagens e audio nas alegações finais, que deviam ter começado às 9 horas desta segunda-feira, mas ainda não tiveram início.

O arguido, António Ferreira da Silva, tentou ainda impedir José Ricardo Gonçalves, advogado da família do falecido, de usar equipamentos de vídeo e de som próprios - e não os do tribunal - no decorrer das referidas alegações.

O juiz presidente indeferiu as pretensões do arguido, apresentadas pelo advogado Celso Cruzeiro.

As alegações finais estão atrasadas por causa de requerimentos apresentados à última da hora pela defesa, que requereu ao tribunal, esta segunda-feira de manhã, a inquirição de mais testemunhas.

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