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Doze anos de prisão por queimar vivo irmão

Doze anos de prisão por queimar vivo irmão

Carlos Vareta, de 48 anos, foi condenado, esta manhã, no Tribunal de Ílhavo, a 12 anos de prisão, por ter assassinado o irmão, Francisco, de 46, ateando-lhe fogo com gasolina. O coletivo de juízes justificou a pena com a "imputabilidade atenuada" do arguido, que sofre de "debilidade mental".

Ao longo do julgamento, Carlos Vareta garantiu que não se lembrava de pormenores do momento em que matou Francisco. Na altura, em janeiro do ano passado, entrou no quarto onde a vítima estava deitada, juntamente com outro irmão, regou-a com gasolina que levava num garrafão de plástico e, com auxílio de um pedaço de papel, ateou-lhe fogo.

O outro irmão, António, conseguiu fugir, mas Francisco morreu carbonizado.

Carlos Vareta estava acusado pelo Ministério Público de um crime de homicídio qualificado e de outro de incêndio. O tribunal condenou-o, no entanto, por homicídio simples e por incêndio, em cúmulo jurídico, a 12 anos de prisão efetiva.

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