segurança

Problemas de insegurança na Linha de Sintra "intensificam-se fora da hora de ponta"

Problemas de insegurança na Linha de Sintra "intensificam-se fora da hora de ponta"

A morte a tiro do assaltante ocorrida, este sábado de manhã, na estação de Campolide é mais um incidente de insegurança ocorrido na Linha de Sintra, onde circulam diariamente cerca de duzentas mil pessoas.

De acordo com o porta-voz da Comissão de Utentes da Linha de Sintra, Rui Ramos, os problemas de insegurança nesta linha ferroviária "intensificam-se fora da hora de ponta".

"Nesse período, a própria multidão que anda nos comboios acaba por funcionar como segurança. Mas fora dessas horas, os problemas intensificam-se porque também há menos polícias a trabalhar", disse.

Rui Ramos adiantou que é "imperativo reforçar o policiamento" nos comboios e nas estações, de forma a aumentar a segurança nestes locais.

"A polícia ferroviária foi criada em 1995 com sessenta elementos policiais. Hoje em dia são cerca de quarenta. Também adoecem e precisam de férias, por isso veja-se quantos agentes realmente estão a trabalhar por turno", afirmou.

Um agente da policia ferroviária disse à agência Lusa que o número de casos de insegurança ocorridos na linha de Sintra "acabam por ser muito poucos" dada a quantidade de pessoas que ali circula diariamente.

"Como circulam milhares de pessoas por dia nesta linha, se acontecerem uma ou duas situações de furtos ou pequenos crimes não é muito. E estão sempre polícias a trabalhar durante as horas em que os comboios circulam", adiantou.

PUB

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG