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Três acusações de crime na privatização do Finibanco

Três acusações de crime na privatização do Finibanco

O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa deduziu cinco acusações relativas a crimes do mercado de valores mobiliários, em inquéritos com origem em participações da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

De acordo com a informação disponível na página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa na internet, foi deduzida uma acusação por "dois crimes de abuso de informação privilegiada em operações sobre o título Banif contra um arguido, à data, presidente do Conselho de Administração do Finibanco", tendo sido obtidas mais-valias de cerca de oito mil euros.

O DIAP deduziu também uma acusação por um crime de abuso de informação privilegiada, no contexto da Oferta Pública de Aquisição (OPA) do Montepio Geral sobre o Finibanco, contra dois arguidos: um vogal do Conselho de Administração do Finibanco e outro, seu familiar. Neste caso, foi obtida mais-valia de cerca de 6400 euros.

Ainda no contexto da OPA do Montepio sobre o Finibanco, foi deduzida uma acusação por um crime de abuso de informação e um crime de abuso de confiança qualificado.

"Neste caso, foram obtidas mais-valias de cerca de 260 mil euros e os factos são imputados a um consultor jurídico do Finibanco e ao diretor financeiro de uma das sociedades do grupo acionista do mesmo banco, segundo a informação divulgada pela Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa.

Foram ainda deduzidas uma acusação por um crime de manipulação de mercado contra três arguidos, relativa à negociação do título SAG Gest, e outra por dois crimes de manipulação de mercado, relativos à negociação dos títulos Conduril e Sonagi contra um arguido, representante para o mercado português de um intermediário financeiro internacional.

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