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16 mil viciados no jogo e 400 mil em risco

16 mil viciados no jogo e 400 mil em risco

É como a droga ou o álcool: também vicia. Em Portugal, pelo menos 16 mil pessoas - jovens incluídos - são dependentes do jogo e 400 mil estão em risco. Perdem ou fazem perder fortunas; sofrem e fazem sofrer. E nunca mais devem voltar a jogar.

O caminho "é a abstinência", aponta a psicóloga Lígia Ferros, doutorada em dependências. Desilude quem espere que um viciado em jogo alguma vez volte a jogar responsavelmente. Em si, "o jogo não é uma coisa má, está presente no ser humano desde muito cedo, é com jogos simbólicos e de regras que educamos as crianças". É com eles que nos divertimos, desenvolvemos capacidades, treinamos a destreza mental. Mas nem todos se contêm nos limites. Estimativas referidas pelo psicólogo especialista em jogo compulsivo Pedro Hubert apontam entre 0,4% e 3,4% de dependentes entre a população adulta. Um estudo realizado em 2009 pela Universidade Católica para a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa ("Dependência do Jogo em Portugal"), indicou pelo menos 16124 pessoas (1564 com menos de 25 anos) viciadas.

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