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Crato assume erro no concurso de professores e pede desculpa

Crato assume erro no concurso de professores e pede desculpa

Algumas dezenas de pessoas, alegadamente professores, gritaram, esta quinta-feira, pela demissão do ministro da Educação e Ciência, após debate sobre o início do ano letivo no qual Nuno Crato assumiu erro num concurso e prometeu a sua resolução.

No final da troca de argumentos entre Governo e restantes partidos com assento parlamentar, os cidadãos, entre os quais se encontrava o dirigente da Federação Nacional de Professores (FENPROF), Mário Nogueira, levantaram-se e exigiram a saída do ministro.

A presidente da Assembleia da República dirigiu-se à galeria, advertindo os protestantes de que não é permitida qualquer manifestação no hemiciclo e as várias dezenas de pessoas saíram ordeiramente.

O ministro da Educação assumiu haver um erro na fórmula de cálculo das listas da Bolsa de Contratação de Escola (BCE), o qual atribui aos serviços do ministério e não às escolas, garantindo que será corrigido.

Nuno Crato assumiu o erro depois de pressionado pelos deputados e confrontado com os problemas neste concurso de colocação de professores.

"Apresentamos as nossas desculpas aos pais, aos professores e ao país", disse Nuno Crato.

A fórmula de cálculo que dá origem às listas ordenadas de colocação de professores na BCE tem sido criticada por sindicatos e docentes, por considerarem que da forma que está a ser aplicada provoca desequilíbriose até mesmo ilegalidades nos resultados.

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