Sociedade

Docentes com "horário zero" são primeiro alvo da mobilidade especial

Docentes com "horário zero" são primeiro alvo da mobilidade especial

Os professores que ficarem sem turmas atribuídas no próximo ano letivo podem ingressar na mobilidade especial. Em alternativa, Governo propõe que concorram para escolas até 200 quilómetros.

Neste momento, há cerca de 700 professores com "horário zero" (sem turmas atribuídas) mas na primeira sinalização feita em agosto pelos diretores o número ultrapassou os 13 mil. Desde o início do ano letivo que tanto o ministro da Educação, Nuno Crato, como o secretário de Estado da Administração Escolar garantiram por diversas vezes que os professores estavam livres da mobilidade especial. Mas ontem, após ronda com as federações sindicais, João Casanova de Almeida, admitiu que o regime é para "toda a administração pública". E essa alteração no discurso não é para o secretário de Estado uma quebra no compromisso, uma vez que a garantia só abrangia o atual ano letivo, defendeu aos jornalistas.

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