Sociedade

Ministro satisfeito pela forma como correram exames de Português do 4.º ano

Ministro satisfeito pela forma como correram exames de Português do 4.º ano

O ministro da Educação, Nuno Crato, considerou, esta terça-feira, "muito positiva" a forma como decorreram os exames nacionais do 4.º ano assegurando não ter havido problemas em nenhuma zona do país.

"Até este momento todas as informações que temos, do país inteiro são muito positivas e não há nenhum incidente", afirmou o ministro da Educação, Nuno Crato, para quem os exames de Português do 4.º ano de escolaridade correram "normalissimamente, com toda a naturalidade".

Em Rio Maior, de visita a uma escola onde foram realizados exames, o ministro desvalorizou as críticas ao processo que obrigam à deslocação de 107 mil alunos do 4.º ano que realizam esta semana as provas de Português e Matemática.

"Esses críticos estão mais nervosos que as crianças" sustentou Nuno Crato para quem os alunos revelaram apenas " alguma ansiedade que é normal" e que " todos nós temos que nos habituar a controlar e a estar à vontade perante as situações da vida".

Citando o exemplo da EBI Fernando Casimiro Pereira da Silva, onde 103 alunos realizaram a prova, Nuno Crato, sublinhou que "os alunos até gostaram de vir conhecer a nova escola para onde alguns virão no próximo ano" e que, depois desta experiência, estarão "ainda mais tranquilos e preparados" para a prova de Matemática, na próxima sexta-feira.

Para o governante os custos da deslocação de 107 mil alunos tem que ser vistos "não como um custo mas como um investimento" na educação das crianças que com este exame cumprem "uma etapa crucial" e concluem um ciclo de escolaridade cujo sucesso "é importante para eles e para o país".

Os resultados dos exames que irão ter um peso de 25% na nota final dos alunos irão ainda, segundo o ministro, permitir "fazer um diagnóstico preciso" sobre o 1º ciclo de escolaridade, para identificar áreas em que os alunos "tem mais dificuldade e perceber o que podemos fazer para que possam entrar mais bem preparados no 2º ciclo".

Portanto, rematou o ministro, "até agora tudo o que vi correu bem e esta é uma etapa extremamente necessária para os nossos jovens".